sábado, 12 de março de 2011

Avisos

Devido a Operação Golfinho o Soldado Gilson não poderá realizar as atividades programadas para os dias 19 e 26 de março.
As atividades retornaram no dia 02 de abril com a Reunião para Viagem à Gramado (vide cronograma)
Obrigada até a volta!


Informações sobre a Operação Golfinho http://www.brigadamilitar.rs.gov.br/gpma/operacaogolfinho.htm

Cronograma das Atividades do Primeiro Semestre

Mês de Abril
02-Reunião com os pais para a vagem à Gramado;
09-Palestra com fonaudiólogo;
16-Saúde bucal;
22-Palestra sobre Curdes com a presença dos pais;
30-Viagem à Gramado.

Mês de Maio
07-Brigada de Incêndio Mirim
14-Brigada de Incêndio Mirim
21-Brigada de Incêndio Mirim
28-1ªAvaliação

Mês de Junho
04-Torneio de futesal
11-Brigada de Incêndio Mirim
18-Brigada de Incêndio Mirim
25 Passeio no São Braz

O cronograma pode haver modificações no decorrer das atividades

Retorno as Atividades

Hoje dia 12 de março retomamos as atividades do projeto,com reunião junto aos pais e BM.
Além da reunião,podemos entregar o uniforme patrocinado pela Fato Confecções para o mais novo BM. o Willian,para quem não lembra o Willian mandou uma cartinha para o Papai Noel da Expresso Medianeira http://projetobombeiromirimsm.blogspot.com/2010/12/natal-solidario.html e http://projetobombeiromirimsm.blogspot.com/2010/12/reportagem-do-diario-de-santa-maria.html
e hoje faz parte do Projeto. Seja Bem Vindo Willian.
Entrega do Uniforme ao Willian

sábado, 5 de março de 2011

Estatística revela necessidade


SAÚDE

Estatística revela necessidade

Diário de Santa Maria, 05 de março de 2011

Ao mês, cerca de 120 pessoas poderiam estar sendo atendidas pelo Samu em Santa Maria

Cento e vinte seis chamados por mês, uma média de quatro por dia. Esse é o número de atendimentos de urgência feitos pelos bombeiros, em média, em Santa Maria. Demanda que poderia ser absorvida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) se ele já estivesse operando na cidade. Segundo levantamento do 4º Comando Regional de Bombeiros (4º CRB), foram 906 pedidos de socorro recebidos entre os meses de setembro de 2010 e janeiro de 2011 – média de 181 mensais. Conforme o comando, 70% desse total (126) poderia ser realizado pelo Samu.

– Estamos fazendo serviço de saúde pública, resgate e remoção de vítimas, que não seriam conosco. Hoje, se der dois acidentes ao mesmo tempo, não temos como atender a ambos. Se tivesse Samu, poderíamos fazer um trabalho cooperado, e os bombeiros atenderiam somente a acidentes – disse o comandante do 4º CRB, tenente-coronel Moisés Fuchs.

De acordo com os bombeiros, todos os casos clínicos deverão ser atendidos pelo Samu. A corporação deverá continuar sendo acionada apenas em acidentes de trânsito com vítimas.

Das 14 cidades da Região Central que receberam ambulâncias do Ministério da Saúde, em junho de 2010, a metade já implantou o serviço (veja ao lado). Em 2011, mais um município do centro do Estado entrou na lista. Lavras do Sul recebeu uma ambulância em 22 de fevereiro. Se tudo der certo, o serviço deve entrar em fucionamento até o final de março, segundo previsão da Secretaria Municipal de Saúde. Uma das decisões que deve agilizar o processo de implantação em Lavras é que o município vai assumir o serviço, com servidores do quadro de pessoal – seis motoristas, cinco técnicos de enfermagem e uma enfermeira.

As sete cidades que já possuem o serviço na região optaram por fazer convênios com os hospitais locais, que, em todos os casos, são filantrópicos. Ou seja, os municípios recebem a verba de manutenção do serviço do Ministério da Saúde e do governo do Estado e repassam aos hospitais, para pagamento dos profissionais e manutenção dos veículos. Cada uma dessas cidades recebeu uma ambulância de suporte básico.

Enquanto isso, as cinco ambulâncias – três de suporte básico e duas com Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) – recebidas por Santa Maria continuam paradas. Elas só mudaram de lugar. Após meses estacionadas no pátio da Secretaria Municipal de Saúde, foram levadas para o Centro Desportivo Municipal.

A ativação do serviço depende da capacitação dos profissionais. Serão 58 no total – 10 médicos, 10 enfermeiros, 15 técnicos em enfermagem e 23 motoristas. A administração deverá ficar por conta da Associação Franciscana de Assistência à Saúde (Sefas). O convênio ainda não foi assinado. Segundo a irmã Ubaldina Souza e Silva, presidente da entidade, os currículos dos servidores foram enviados e aprovados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). O próximo passo, conforme a assessoria da SES, cabe ao município, que é a seleção entre os aprovados e o agendamento do treinamento. De acordo com o secretário municipal de Saúde, José Haidar Farret, técnicos do Samu de Porto Alegre deverão vir a Santa Maria para fazer a capacitação. Só depois, os profissionais serão contratados pela Sefas. Não há data definida, mas Farret aposta na ativação do serviço até o final deste mês.

lizie.antonello@diariosm.com.br
LIZIE ANTONELLO

terça-feira, 1 de março de 2011

Avisos

Retornaremos as atividades dia 12 de março,com muito trabalho a ser realizado durante o ano.
Em breve postaremos o cronograma das atividades,com datas e horários para uma melhor organização de todos.
Nos vemos dia 12,um bom restinho de férias a todos!!

Volta as aulas!

Mais um novo ano letivo se inicia, 
com ele a criança se inspira na arte da vida

que é sonhar!
E o sonho mais lindo é o desejo de reencontrar amigos
e voltar a "brincar"!
Um brincar descomprometido, mas embasado num infinito 
aprendizado, onde educadores comprometidos fazem desse Universo,
um Universo único para a paz!
Bia Amorim - 16/01/10

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Com fogo não se brinca


Importantes espaços culturais da cidade não têm extintores de incêndio

Ver o patrimônio construído ao longo da vida ser consumido pelo fogo é, sem exagero, arder em sofrimento. Se em uma casa particular a dor de ver tudo se transformar em fumaça é comovente, em um local que guarda registros históricos é ainda pior. Não que a angústia de uma família que perdeu seus bens, e por vezes, entes queridos, seja menor. Porém, quando um espaço que preserva a memória de uma comunidade é destruído pelas labaredas, a perda é maior que as posses materiais. São páginas da história que acabam queimadas.

Em Rosário do Sul, o Arquivo Público Municipal foi devastado por um incêndio em 25 de janeiro. Nele, estavam cerca de 60 mil documentos da prefeitura. Apesar de boa parte do acervo não ser de registros históricos, o fato fez soar a sirene de alerta sobre a necessidade de se ter o material para prevenção de incêndios em prédios semelhantes de Santa Maria.

A constatação não foi boa: o Arquivo Histórico Municipal, o Museu de Arte de Santa Maria (Masm) e a Secretaria de Cultura não têm extintor de incêndio. Já o prédio de dois andares e cerca de 854 metros quadrados da Biblioteca Pública Municipal Henrique Bastide tem só dois.

Conforme o capitão Márcio Farias, chefe da Seção de Prevenção Contra Incêndios do Corpo de Bombeiros, quando se trata de espaços mantidos pelos poderes públicos, são os gestores que devem solicitar a vistoria para ver se o lugar oferece condições de segurança. Segundo ele, a corporação emite um ofício avisando os responsáveis que é necessário pedir a visita técnica. O último comunicado dos bombeiros para a prefeitura foi em 2009. Farias complementa que há três equipes fazendo fiscalização, mas, por se tratar de prédios públicos, presume-se que estejam em dia.

– A prefeitura teria de dar exemplo, já que cobra dos cidadãos. Os prédios deveriam ter itens mínimos, como extintores e sinalização de saída. Está dentro da responsabilidade do gestor público pedir nossa visita – afirma o capitão.

Farias diz que é preciso avaliar a situação de cada lugar. Entretanto, em espaços superiores a 30 metros quadrados, é preciso, ao menos, dois extintores.

– Temos de analisar e ver o grau de perigo. Vai depender do que há no local, do tamanho, do tipo de atividade e do número de pessoas que circulam. Quanto maior o risco, menor a distância entre os extintores – revela.

Perigo – A Secretaria de Cultura de Santa Maria, responsável pelos prédios com problemas, garante que está ciente e que encaminhou aos bombeiros o pedido de inspeção. Segundo a titular da pasta, Iara Druzian, tão logo se tenha o parecer, as providências serão tomadas:

– Sabemos que segurança é fundamental. Assim que tivermos a lista do material necessário, vamos providenciar.

Integrante do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o arquiteto Dilson Nicoloso Cechin representa a Federal junto ao Fórum Técnico do Escritório da Cidade. Ele disse que não sabia do problema, mas alerta para o perigo:

– Independentemente de ser patrimônio histórico-cultural, o imóvel tem de estar seguro. Fora o fato de prestar serviços à comunidade, é preciso que as autoridades inspecionem. Principalmente prédios antigos.
Fonte: Diário de Santa Maria,18 de fevereiro de 2011