quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Inscrições para Concurso do CBMRS abriram dia 31/10



As inscrições para o Concurso Público para ingressar no Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) começam a partir do dia 31/10/2017 até o dia 20/11/2017, conforme publicado no Diário Oficial do Estado.

O Concurso Público se destina ao provimento de 450 (quatrocentos e cinquenta) vagas de Praça de Bombeiro Militar – Soldado de 1ª Classe (Carreira de Nível Médio) para o CBMRS. O vencimento na graduação de Soldado equivale ao valor de R$ 3.760,54 (três mil setecentos e sessenta reais e cinquenta e quatro centavos), e demais vantagens, com jornada de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais, exceto no período em que estiver no Curso Básico de Formação Bombeiro Militar, no qual a jornada será de acordo com o Currículo de Ensino e Regimento Interno das escolas de formação.

Durante o curso que lhe dará a qualificação Bombeiro Militar, o Soldado de 1ª Classe poderá ficar alojado, com a finalidade de familiarizar-se ao regime da caserna e às atividades militares, de acordo com o Regimento Interno das Escolas de Formação e outras normas do Corpo de Bombeiros Militar.

São atribuições do cargo de Bombeiro Militar na graduação de Soldado de 1ª Classe – Carreira de Nível Médio – entre outras previstas em Lei, executar as atividades de prevenção e combate a incêndios de busca e salvamento e defesa civil.

Fonte com edital: http://www.cbm.rs.gov.br/inscricoes-para-concurso-do-cbmrs-abrem-nesta-terca-feira-31-10

1º Encontro Estadual de Bombeiras Militares do Rio Grande do Sul





No sábado dia 7 de outubro, aconteceu o 1º Encontro Estadual de Bombeiras Militares do RS, realizado pela Associação de Bombeiros do Estado do Rio Grande do Sul (ABERGS).O evento contou com a presença de Bombeiras Militares de todas as regiões do Estado, e teve a proposta de debater a atuação das mulheres na corporação entre outros temas de relevância.
Durante a manhã e a tarde houveram diversas palestras sobre o EPI para bombeiros militar feminino, técnica x força, e sobre a saúde da mulher bombeira.


Fonte:http://www.cbm.rs.gov.br/1-encontro-estadual-de-bombeiras-militares-do-rio-grande-do-sul
Encontro Estadual de Bombeiras Militares do RS

CBMRS participa da Caminhada das Vitoriosas



Na manhã de domingo dia 29 de outubro, ocorreu o evento “Caminhada das Vitoriosas”. A ação que visa conscientizar a população sobre a importância da prevenção e luta contra o câncer de mama, contou com a presença do CBMRS – Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul.


Militares do 8º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM) compareceram ao evento no Parque Moinhos de Vento com a camiseta rosa do projeto #TodosPorElas. O #TodosPorElas surgiu no pelotão de Bombeiros de Cachoeirinha e tomou grande proporção, marcando presença em vários eventos pelo estado.




CBMRS participa da Caminhada das Vitoriosas

Trabalho apresentado em evento

No dia 23 de outubro a mestranda Karen de Morais, Enfermeira voluntária apresentou um trabalho no evento III SEMINÁRIO APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR,III SEMINÁRIO ACESSIBILIDADE e I SEMINÁRIO DE AÇÕES AFIRMATIVAS
Na ocasião foi apresentado as atividades sobre acessibilidade realizado com os BM.
Em baixo segue o trabalho na integra:






“O meu mundo é diferente pode ter certeza”[1]

Eixo 3- Política de inclusão educacional e acessibilidade


Karen Cristiane Pereira de Morais[2]
Aline Gomes Ilha[3]
Lays dos Santos Bassi[4]


RESUMO

Com o crescimento dos espaços urbanos, há também o crescimento da população e é essencial que temáticas como acessibilidade sejam trabalhadas desde a infância, quando as crianças ainda estão na escola, pois são essas que irão disseminar o conhecimento para os demais. Com isso, é importante não haver somente as escolas, mas também outros lugares de discussão, pensando nisso o Projeto Bombeiro Mirim (PBM), abriu espaço com aulas de educação em saúde para que seus alunos entendam um pouco mais sobre a temática acessibilidade. Portanto, este estudo tem como objetivo relatar a experiência na elaboração e desenvolvimento de uma atividade sobre acessibilidade realizada no Projeto Bombeiro Mirim. Foram realizadas quatro atividades que compõe-se em uma observação na Praça dos Bombeiros, uma aula expositiva, uma atividade para casa e atividades lúdicas sobre o assunto. Conclui-se que os(as) Bombeiros Mirins (BM) se sensibilizaram com a temática, após uma reflexão sobre a aula desenvolvida, relatando suas experiências em uma redação, além disso expuseram como é importante ajudar as pessoas não importando se tem ou não deficiência e que devemos observar se os espaços de convivências são ou não acessíveis.


Palavras-chave: acessibilidade, educação em saúde, educação, projeto social.


INTRODUÇÃO

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em
direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade." (Art. 1º da Declaração
Universal dos Direitos Humanos, 1948).
           
            Atualmente a população vem crescendo e junto os espaços urbanos vem crescendo e se desenvolvendo, mesmo com tanta mudança, ainda falta em muitos lugares melhor acesso para pessoas com deficiência poder circular.
Para a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência (2017) a acessibilidade consiste em ser um atributo essencial do ambiente que garante a qualidade de vida das pessoas, sendo assim precisa estar presente em diversos espaços, como no meio físico, no transporte, na informação e comunicação, inclusive nos sistemas e tecnologias da informação e comunicação, bem como em outros serviços e instalações abertos ao público ou de uso público, tanto na cidade como no campo.
            Já para o Ministério do Direitos Humanos (2017), o termo significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações. Alguns exemplos são os prédios com rampas de acesso para cadeira de rodas e banheiros adaptados para deficientes.
O conceito de educação em saúde está ancorado no conceito de promoção da saúde, pois ambos tratam de processos que abrangem a participação de toda a população no contexto de sua vida cotidiana (MACHADO et. al., 2007). A prática da educação em saúde constitui um espaço de reflexão-ação, fundado em saberes técnico-científicos e populares, culturalmente significativos para o exercício democrático, capaz de provocar mudanças individuais e prontidão para atuar na família e na comunidade (MACHADO et. al., 2007). Dessa maneira, utilizou-se essa técnica de ensino para abordar a temática acessibilidade, por conseguir abordá-la integralmente, podendo utilizar o lúdico para o ensino. Nesse sentido, é importante destacar que a atividade lúdica possibilita a produção do conhecimento por meio de brincadeiras, jogos e divertimento (NILES e SOCHA, 2014).
            É essencial que temáticas como acessibilidade sejam trabalhadas desde a infância, quando as crianças ainda estão na escola, pois são essas que irão disseminar o conhecimento para os demais. Com isso, é importante não haver somente as escolas, mas também outros lugares de discussão, pensando nisso o Projeto Bombeiro Mirim (PBM), abriu espaço com aulas de educação em saúde para que seus alunos entendam um pouco mais sobre essa e outras temáticas.
            O PBM, é um projeto vinculado a Corporação dos Bombeiros Militares, havendo em vários lugares do Brasil, em Santa Maria, o projeto é realizado no 4ª Batalhão de Bombeiros Militares (4ºBBM) desde do ano de 2000, sendo executado principalmente por Bombeiros(as) Militares. Atualmente tem a coordenação de um 3º Sargento e um Soldado, esses ministram aulas voltadas ao treinamento de bombeiro(a), porém nos últimos 7 anos conta com a presença de uma voluntária civil enfermeira que ministra aulas de educação em saúde e monitores(as) voluntários(as) que eram integrantes alunos(as) do projeto e em sua maioria estão no ensino superior em diferentes áreas, o que auxilia na qualidade do ensino e abrangência de mais temáticas. As aulas do projeto são ministradas aos sábados pela manhã no quartel do 4ª BBM em Santa Maria. PBM, tem por finalidade desenvolver nas crianças entre oito e quinze anos a cidadania, a disciplina, aproximação com a rotina de um(a) bombeiro(a), além de atividade física, educação em saúde e outras atividades lúdicas. O propósito é formar gerações comprometidas com a segurança em todos os seus aspectos (PBM, 2017).
            Com tudo, o PBM tem espaço para aulas de educação em saúde, aulas essas, que permitem ações fundamentalmente voltadas para a promoção em saúde, desempenhando um papel importante no combate à pobreza, à desigualdade e à exclusão social. Para Valla e Stotz (1996) a discussão sobre educação e saúde envolve as condições de vida da população, propondo uma compreensão do ponto de vista da ação social. Assim, compreender as concepções de educação em saúde é necessário buscar entender as concepções de educação, saúde e sociedade a elas subjacentes (CARDOSO DE MELO,2007).
            Portanto, este estudo tem como objetivo relatar a experiência na elaboração e desenvolvimento de uma atividade sobre acessibilidade realizada no Projeto Bombeiro Mirim. O trabalho é um relato de experiência onde expõe uma atividade de educação em saúde, desenvolvida pela enfermeira voluntária, juntos com os(as) monitores, na ocasião foram realizadas quatro atividades para que os(as) alunos(as) possam vivenciar e compreender mais sobre a temática proposta. As atividades são compostas por uma observação na Praça dos Bombeiros, uma aula expositiva com discussão sobre o que foi apontado pelos(as) Bombeiros(as) Mirins (BM),  atividades lúdicas sobre o tema, as atividades eram: passar por uma pista de obstáculo com os olhos vendados seguindo apenas os comandos dos(as) colegas, a segunda atividade era brincar de mímica, uma maneira de tentar se expressar sem utilizar a voz e a última atividade adaptada do vôlei sentado, baseado em um esporte paraolímpico.  E por fim, uma atividade para casa, onde os(as) alunos(as) deveriam escrever uma redação contando como foi a experiência em estudar o tema.

A realização dessas atividades lúdicas teve como finalidade desenvolver nos(as) educandos(as) diversas habilidades como a atenção, memorização, imaginação, em suma, todos os aspectos básicos para o processo da aprendizagem, que está em formação. Dessa forma, trabalhar acessibilidade com eles(as) possibilita uma mudança de visão abrindo os horizontes para um mundo mais amplo, principalmente que não é apenas nas estruturas físicas e nem apenas para deficientes físicos que existe acessibilidade, mas sim existe outros tipos de deficiências e estas também precisam de adaptações nos ambientes de convivência, pois a informação é fundamental para vencer as barreiras do preconceito e da discriminação, promovendo o respeito à diversidade humana. Muitas vezes, a principal barreira é a atitude em relação às pessoas com deficiência.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com a intenção de conscientizar os(as) BM sobre a capacidade e as contribuições que as pessoas com deficiência podem oferecer, realizou-se as atividades, para tanto, em um primeiro momento houve uma divisão em 4 grupos, após a divisão foram orientados(as) a seguir junto com a enfermeira e monitores(as) até a Praça dos Bombeiros onde, fizeram uma observação, anotando na concepção deles(as) se a praça é acessível à população de uma maneira geral, assim como, apontando o que poderia prejudicar o acesso as pessoas com deficiência.
            Na ocasião os(as) BM observaram uma rampa para pessoas com cadeiras de rodas, onde seu início havia calçada irregular o que poderia danificar a cadeira de rodas, identificaram corrimãos nas escadas, descreveram também que em alguns lugares o calçamento era irregular, além de alguns bancos mal conservados, visualizaram má conservação do ambiente por alguns frequentadores do local, pois havia alguns resíduos de lixo, mas sendo limpo por um profissional.  O objetivo dessa atividade foi ter um primeiro contato com o assunto, já que quando foram questionados sobre o que é acessibilidade muitos só ouviram falar no termo, mas não sabiam o conceito, fora que essa atividade ajuda na compreensão da dimensão dos espaços públicos.
Após essa atividade os(as) educandos(as) foram para sala de aula relatar tudo que observaram e discutir o que poderia ser melhorado, logo após tiveram uma aula sobre o conceito de acessibilidade, tipos de deficiências e como se relacionar com as pessoas com deficiência, esta aula foi baseada na cartilha “Atitudes que fazem a diferença com PCD: Garantir os Direitos Humanos é o caminho para a inclusão” (FADERGS,2013).
Durante a aula também foi relatada as vivências que alguns(as) alunos(as) tiveram com pessoas com deficiência, além de elucidar algumas dicas de convivência para com essas pessoas. O propósito dessa aula foi desmitificar preconceitos e esclarecer dúvidas que poderiam ter. Muitos dos(as) educandos(as) expuseram conhecer alguma pessoa com deficiência, seja na escola ou na vizinhança, e explicaram como essas pessoas se relacionavam nesses espaços.
Nessa aula foi explicado as deficiências físicas, auditivas, visuais, intelectuais e múltiplas, e como devemos nos portar quando convivemos com esses indivíduos. Dicas simples como se a conversa durar muito tempo com uma pessoa que utiliza cadeira de rodas, deve-se sentar para que ambos fiquem confortáveis ou como descrever o ambiente para uma pessoa com deficiência visual.
Junto com as explicações foi mostrado aos(as) educandos(as) exemplos de lugares acessíveis a esse público, como um restaurante que possui seu cardápio em libras e um museu que é todo adaptado para pessoas com qualquer tipo de deficiência. Salientou-se a legislação que garante os direitos dos indivíduos com deficiência.
Posteriormente a aula expositiva, todos(as) receberam o seguinte convite: “Depois da teoria vem a prática, vamos vivenciar esse mundo novo? Sigam até o ginásio”, logo, voltaram a ser divididos nos mesmos grupos da primeira dinâmica, os(as) BM realizaram as atividades lúdicas propostas, neste momento nenhum dos(as) alunos(as) se opuseram em participar das dinâmicas. Sendo assim, o lúdico tem como principal finalidade favorecer o desenvolvimento da pessoa humana numa dinâmica de inter–atuação lúdica, estimulando o processo de estruturação afetivo–cognitivo da criança, socializa criativamente quando jovem e mantêm o espírito de realização no(a) adulto (NILES e SOCHA, 2014).
            Os(as) alunos(as) relataram gostar mais da pista de obstáculo, pois acharam difícil realizar a atividade sem poder ver e destacaram como é importante ajudarmos as pessoas, pois ao realizar o percurso com os olhos vendados precisavam que um(a) colega os(as) ajudassem. Uma das BM comentou que sentiu medo em realizar essa dinâmica, pois tinha que passar por obstáculos com cones, cordas e bolas sem poder ver apenas ouvindo as instruções do(a) outro(a).
            Mencionaram também que foi muito divertido participar da brincadeira de mímica, pois até se colocarem nesse lugar de comunicação sem voz não haviam percebido como era essa realidade, o mesmo para a adaptação do vôlei sentado, consideraram fácil o exercício e compreenderam que é muito limitado a locomoção e se pudessem andar conseguiriam ser mais ágeis.
Em relação a tarefa escrita em casa, essa foi entregue no sábado posterior a aula realizada, assim, os(as) BM fizeram uma redação respondendo a questão: “Agora que você vivenciou esse processo, como foi participar dessa atividade?” Todos(as) que executaram essa atividade descreveram que após participarem da aula perceberam o quão é difícil fazer coisas simples do cotidiano quando se tem alguma deficiência e que as atividades lúdicas ajudaram a compreender mais sobre a acessibilidade.
Foi unanimidade entre os(as) participantes que essa aula fez com que percebessem como é importante ajudar o próximo e como os espaços urbanos muitas vezes não são adaptados para pessoas com deficiências, mas que hoje conseguem observar melhor e que se todos(as) trabalhassem em conjunto poderia haver muitas melhorias.
A experiência possibilitou perceberem atitudes que nem sempre todos notam, que algumas vezes as pessoas com deficiências são ignoradas no seu dia-a-dia e que precisam de ajuda e respeito. Uma BM escreveu em sua redação que após a aula, ela conseguiu perceber que as pessoas com deficiência precisam de mais cuidado e que todos precisam ajuda-los. Isso demonstra que essa temática precisa ser mais debatida, dado que, em atitudes corriqueiras podem fazer grande diferença, não somente para os indivíduos com deficiência, mas para as demais pessoas.

CONCLUSÃO

Pode-se concluir que a educação em saúde realizada com os(as) BM sobre a temática acessibilidade foi efetiva, pois notou-se que esses foram sensibilizados sobre a temática. Visto que, após uma reflexão sobre a aula desenvolvida e o relato de suas experiências em uma redação, eles expuseram como é importante ajudar as pessoas não importando se essa tem ou não deficiência, além de passarem a observar se os espaços de convivências são ou não acessíveis para todas as pessoas que ali circulam.

REFERÊNCIAS


BRASIL, Ministério dos Direitos Humanos. Acessibilidade. Disponível em <http://www.sdh.gov.br/acessibilidade> Acesso em 16 jul 2017.

BRASIL, Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade. Disponível em <http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/acessibilidade-0> Acesso em 14 de jul de 2017.

CARDOSO DE MELO, J. A. Educação e as Práticas de Saúde. In: ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO (Org.). Trabalho, Educação e Saúde: reflexões críticas de Joaquim Alberto Cardoso de Melo. Rio de Janeiro: EPSJV, 2007.



FADERS. Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul. Atitudes que fazem a diferença com PCD: Garantir os Direitos Humanos é o caminho para a inclusão. 2013. Disponível em <http://www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br/uploads/1427723364Cartilha_Faders_word_com_novo_layout.pdf> Acesso em 14 de jul 2017.


NILES, R.P.J; SOCHA,K. A importância das atividades lúdicas na educação infantil. Ágora: R. Divulg. Cient., v. 19, n. 1, p. 80-94, jan./jun. 2014.

MACHADO, M.F.A.S. et. al. Integralidade, formação de saúde, educação em saúde e as propostas do SUS - uma revisão conceitual. Ciência & Saúde Coletiva, v.12, n.2, p. 335-342, 2007. Disponível em: < http://www.scielosp.org/pdf/csc/v12n2/a09v12n2 >. Acesso em 21 de jul 2017.

UNITED NATIONS, Universal Declararation of Human Rights. Disponível em <http://www.un.org/en/universal-declaration-human-rights/index.html> Acesso em 16 jul 2017.

PROJETO BOMBEIRO MIRIM, Projeto Bombeiro Mirim. Disponível em <http://projetobombeiromirimsm.blogspot.com.br/> Acesso em 14 jul 2017.

VALLA, V. V.; STOTZ, E. N. (Orgs.) Educação, saúde e cidadania. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1996. 141 p.


[1] Trecho da música de Sing Out, Acessibilidade. Disponível em < https://www.letras.mus.br/sing-out/1903729/> Acesso em 16 jul 2017.


[2] Enfª Mestranda em enfermagem, pela Universidade Federal de Santa Maria. Enfª Voluntária no Projeto Bombeiro Mirim.k.cristy.p@hotmail.com.


[3] Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria, Monitora do Projeto Bombeiro Mirim. aline.gomes1996@hotmail.com


[4] Acadêmica de Filosofia Licenciatura pela Universidade Federal de Santa Maria, Monitora do Projeto Bombeiro Mirim, e-mail lays.bassi01@hotmail.com.

Gincana e Festa do dia das crianças





























Primeiros Socorros


DEFINIÇÃO
Cessação abrupta das funções cardíaca, respiratória e cerebral.
São sinais clínicos da PCR:
Inconsciência;
Ausência de pulso;
Ausência de movimentos ventilatórios (apneia) ou respiração agônica (gasping).
É determinada por quatro ritmos cardíacos: assistolia, atividade elétrica sem pulso (AESP), fibrilação ventricular (FV) e taquicardia ventricular (TV) sem pulso.

CAUSAS:
5 H

Hipovolemia;
Hipóxia;
Hipotermia;
Hipercalemia e Hipocalemia;
H+ acidose metabólica.

5 T
Tamponamento cardíaco;
Pneumotórax hipertensivo;
Tromboembolismo pulmonar;
Trombose de coronária;
Tóxico


O profissional de saúde deve reconhecer a PCR:
Avalie a responsividade: Chame o paciente pelo nome!
Avalie a respiração e pulso simultaneamente por 10 segundos.
Em caso de detecção de ausência de responsividade, respiração (ou gasping) e pulso, solicite a outro profissional, de forma clara e objetiva, que:
Acione a equipe médica;
Traga o carro de emergência;
Traga o desfibrilador/DEA.
Após os comandos, iniciar imediatamente a Sequência de Atendimento C – A – B:
C: Compressões torácicas de alta qualidade;
A: Vias aéreas – abrir vias aéreas;
B: Boa ventilação – garantir via aérea avançada

Compressões Torácicas de Alta Qualidade:
Com as mãos sobre a metade inferior do esterno (região hipotenar), sem flexionar os cotovelos;
Frequência: 100 a 120 compressões/ minuto;
Profundidade: mínima de 2 polegadas (5 cm) e máximo 2,4 polegadas (6 cm);
Permitir retorno total do tórax após cada compressão. Não apoiar-se sobre o tórax entre as compressões;
Minimizar as interrupções nas compressões. Não interromper as compressões por mais de 10 segundos;
Colocar a prancha rígida embaixo do tórax do paciente, assim que disponível.

Relação Ventilação-Compressão adequada:
Sem via aérea avançada:
Realizar abertura de vias aéreas;
Ventilação numa relação: 30:2, ou seja, 30 compressões: 2 ventilações (até a garantia de uma via aérea avançada);
Com via aérea avançada:
Compressões contínuas a uma frequência 100 a 120/ minuto e 1 ventilação a cada 6 segundos (10 respirações por minuto).

RÁPIDA DESFIBRILAÇÃO
Assim que chegar o Desfibrilador Externo Automático (DEAs/DAEs): Verificar o ritmo;
Em caso de ritmo chocável (Fibrilação Ventricular ou Taquicardia Ventricular sem Pulso):
Aplique 1 choque;
Reinicie a RCP por 2 minutos até o DEA avisar sobre a verificação do ritmo;
Continue até que o Suporte Avançado de Vida assuma ou a vítima se movimente.
Em caso de ritmo não chocável:
Reinicie a RCP por 2 minutos, até ser avisado pelo DEA para verificação do ritmo;
Continue até que o pessoal do SAV assuma ou até que a vítima se movimente⁽⁴⁾.
A utilização do DEAs/DAEs no ambiente hospitalar, pode ser considerada para facilitar a desfibrilação precoce (meta de administração de choques em tempo ≤ 3 minutos do colapso), especialmente nas áreas cujo pessoal não esteja capacitado para reconhecer ritmos ou em que o uso de desfibriladores não seja frequente. O DEA pode ser utilizado pelo Enfermeiro ou pela equipe de enfermagem sob sua supervisão, na presença ou ausência do profissional médico, conforme previsto no protocolo de Suporte Básico de Vida
Fonte:
http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/atendimento-de-enfermagem-na-parada-cardiorrespiratoria-no-ambiente-intra-hospitalar-de-acordo-com-as-diretrizes-da-american-heart-association-2015/

Primeiros Socorros

Colaboração do Soldado Rigão





Primeiros Socorros


Convulsão:
 é um distúrbio que se caracteriza pela contratura muscular involuntária de todo o corpo ou de parte dele, provocada por aumento excessivo da atividade elétrica em determinadas áreas cerebrais.

Causas: Em alguns casos, não é possível identificar a causa da convulsão. Nos outros, entre as causas prováveis, podemos destacar: 1) febre alta em crianças com menos de 5 anos; 2) doenças como meningites, encefalites, tétano, tumores cerebrais, infecção pelo HIVepilepsia, etc; 3) traumas cranianos; 4) abstinência após uso prolongado de álcool e de outras drogas, ou efeito colateral de alguns medicamentos; 5) distúrbios metabólicos, como hipoglicemia, diabetes, insuficiência renal, etc; 6) falta de oxigenação no cérebro.

Sinais e sintomas: Os sinais e sintomas dependem do tipo de convulsão, da região do cérebro envolvida e da função que ela desempenha no organismo.

Diagnóstico

Para efeito de diagnóstico e tratamento, ajuda muito observar as seguintes características das convulsões;

a) durante a crise: duração (marcar o tempo no relógio); se braços e pernas se contraem de um lado só ou dos dois lados; se olhos e boca ficam fechados ou abertos; se a cor da face se torna azulada. Se a pessoa responde aos chamados ou permanece inconsciente.

b) depois de as contrações musculares terem terminado: se a pessoa recupera a consciência ou permanece sonolenta; se fala e responde a perguntas; se lembra o que aconteceu; se a movimentação volta ao normal; se a dificuldade de movimentação se concentra de um lado só do corpo.

O risco de novas crises diminui nos pacientes com convulsões provocadas por álcool, drogas, pelo efeito colateral de alguns medicamentos e por distúrbios metabólicos, quando são retiradas essas substâncias ou corrigido o problema orgânico. Nos outros casos, existem vários medicamentos que devem ser indicados de acordo com o tipo de convulsão para evitar a recorrência e assegurar o controle das crises.

Recomendações


Diante de um quadro de convulsão:* Deite a pessoa de lado para que não engasgue com a própria saliva ou vômito;* Remova todos os objetos ao redor que ofereçam risco de machucá-la;* Afrouxe-lhe as roupas;* Erga o queixo para facilitar a passagem do ar;* Não introduza nenhum objeto na boca nem tente puxar a língua para fora;* Leve a pessoa a um serviço de saúde tão logo a convulsão tenha passado.

Observação importante: Convulsão não é sinônimo de epilepsia. Epilepsia é uma doença específica, que predispõe a pessoa a convulsões, mesmo na ausência de problemas como febre alta, pancadas na cabeça, derrames ou tumores cerebrais.

Desmaio: Um desmaio pode ser provocado por pressão baixa, falta de açúcar no sangue ou ambientes muito quentes, por exemplo. No entanto, em alguns casos, também pode surgir devido a problemas cardíacos ou do sistema nervoso e por isso, se acha que vai desmaiar deve deitar-se no chão e colocar as pernas no alto para que fiquem mais altas que o corpo.

O desmaio, que cientificamente é conhecido por síncope, é a perda da consciência que leva à queda e, geralmente antes de desmaiar surgem sinais e sintomas, como palidez, tontura, suores, visão turva e fraqueza, por exemplo.

Causas mais comuns de desmaio

Qualquer pessoa pode desmaiar, mesmo que não tenha nenhuma doença diagnosticada pelo médico e algumas das razões que podem levar ao desmaio incluem:
Pressão baixa, principalmente quando levanta da cama muito rápido da cama, e que pode provocar sintomas como tonturas, dor de cabeça, desiquilíbrio e sono;
Mais de 4 horas sem comer, ocorrendo uma hipoglicemia, que é a falta de açúcar no sangue e que provoca sintomas como tremores, fraqueza, suores frios e confusão mental;
Convulsões, que pode ocorrer devido a epilepsia ou pancada na cabeça por exemplo, e que provoca tremores e leva a pessoa a babar ou espumar pela boca, cerrando os dentes;
Consumo excessivo de álcool ou consumo de drogas​;
Efeitos colaterais de alguns remédios ou uso de medicamentos em doses elevadas, como remédios para pressão ou antidiabéticos;
Calor excessivo, como na praia ou durante o banho, por exemplo;
Muito frio, que pode ocorrer na neve;
Prática de exercícios físicos durante muito tempo e muito intensamente;
Anemia, desidratação ou diarreia intensa, que leva à alteração dos nutrientes e minerais necessários para o equilíbrio do organismo;
Ansiedade ou ataque de pânico;
Dor muito forte;
Quando bate com a cabeça após uma queda ou pancada;
Enxaqueca, que provoca dor de cabeça forte, pressão no pescoço e zumbido nos ouvidos;
Se estiver muito tempo em pé, principalmente em lugares quentes e cheio de pessoas;
Ao sentir medo, de agulhas ou animais, por exemplo.

Além disso, desmaiar pode ser um sinal de problemas do coração ou doenças cerebrais, como arritmia ou estenose aórtica, por exemplo, pois na maioria dos casos o desmaio é provocado pela redução da quantidade de sangue que chega ao cérebro.

Temos um quadro a seguir que refere as causas mais comuns de desmaio, de acordo com a idade, que pode surgir em idosos, jovens e grávidas.
Causas de desmaio em idosos
Causas de desmaio infantil e em adolescentes
Causas de desmaio na gravidez
Pressão baixa ao acordarJejum prolongadoAnemia
Doses elevadas de remédios, como anti hipertensores ou antidiabéticosDesidratação ou diarreiaPressão baixa
Problemas cardíacos, como arritmia ou estenose aórticaConsumo de drogas ou uso abusivo de excesso de álcoolFicar muito tempo deitada de costas ou em pé
No entanto, qualquer uma das causas de desmaio pode ocorrer em qualquer idade ou período da vida.
Como evitar o desmaio

Ao ter a sensação de que vai desmaiar, e apresentar sintomas como tonturas, fraqueza ou visão embaçada, deve-se:
Deitar no chão e colocar as pernas mais altas que o corpo ou sentar-se e inclinar o tronco em direção às pernas;
Evitar todos os fatores que podem provocar o desmaio, como situações estressantes;
Evitar estar muito tempo em pé e na mesma posição;
Beber muitos líquidos ao longo do dia;
Comer de 3 em 3 horas;
Evitar a exposição ao calor, principalmente no verão;
Levantar da cama devagar, sentando-se primeiro na cama;
Registrar as situações que geralmente causam sensação de desmaio, como tirar sangue ou tomar uma injeção e informar o enfermeiro ou farmacêutico dessa possibilidade.

É muito importante evitar o desmaio porque ele machucar ou fazer uma fratura devido à queda, que ocorre devido à perda de consciência repentinamente.

Hemorragias:

Hemorragia é a perda se sangue do sistema circulatório, devido à ruptura dos vasos sanguíneos, sendo que a gravidade é medida pela quantidade e rapidez que o sangue é extravasado/perdido. Quando ocorre a perda de sangue, o organismo responde com algumas respostas fisiológicas, mas se a perda for superior a resposta compensatória, diz que o indivíduo encontra-se em choque hipovolêmico; algo muito grave. Porém, caso o indivíduo receba assistência médica imediata, com reposição de volume adequado a perda, esse fato pode ser reversível.

Quais os tipos?

A hemorragia pode ser dividida em interna e externa.

A hemorragia interna é aquela que não é visível, ou seja, todo o sangue perdido se acumula nas cavidades do organismo, tais como: crânio, abdominal, torácica, entre outras. Algumas manifestações que podem ser encontradas são:
Fraqueza;
Sonolência;
Frio;
Sede;
Alteração do nível de consciência;
Respiração rápida;
Pele pálida, fria e úmida;
Tremores.

Algumas situações nos ajudam a pensar em hemorragia interna, entre elas são:
Acidentes automobilísticos, no qual o impacto foi extremamente forte;
Ferimento por arma de fogo, faca ou qualquer outra arma branca;
Acidente em que o corpo suportou grande pressão, como quedas, esmagamento.

É extremamente difícil, para um leigo, saber se está ocorrendo ou não uma hemorragia interna, porém, caso algum dos sintomas ou se o local do acidente ou o ato, ajudar a suspeitar que se trata de uma hemorragia interna, mantenha a calma e chame o serviço especializado em emergência, o mais rápido possível.


Hemorragia externa
A hemorragia externa pode ser dividida em: arterial venosa e capilar. Mas como podemos diferenciá-los? Normalmente, o sangue de origem arterial, possui grande pressão e é de tom vermelho vivo, por ser rico em oxigênio, portanto, é a forma mais grave de perda, necessitando de atendimento rápido.

O sangue de origem venosa possui menor pressão e é de tom vermelho escuro, por ser pobre em oxigênio. Sua perda é menos grave quando comparado ao arterial, contudo, a demora no atendimento,  podem ter consequências fatais. Já as hemorragias capilares são pequenas perdas de sangue, em vasos de pequeno calibre que recobrem a superfície do corpo.


O que devo fazer perante cada situação?

As hemorragias internas são mais difíceis de detectar, por isso, quando suspeitar que está ocorrendo com alguém, mantenha a calma e contate imediatamente o serviço de atendimento em emergência. Você pode ajudar a salvar uma vida!

Já as hemorragias externas são facilmente detectáveis, podendo agir em minutos, mudando o prognóstico do paciente.
Hemorragia nasal: posicione a cabeça para trás e comprima a narina por 5 minutos, soltando levemente.
Hemorragia dos pulmões (escarros sanguinolentos): deite a vítima de lado e, se possível, realize compressas frias na região do tórax e aguarde a chegada do resgate.
Hemorragia do estômago: alguns sintomas são enjôo, vômitos escuros (com sangue). Coloque a pessoa sentada ou deitada com a cabeça elevada e aguarde a chegada do resgate.

De uma maneira geral, mantenha sempre a calma e aguarde a chegada do atendimento especializado, esta atitude já ajudará a melhorar a situação.

O que é fratura óssea?

Uma fratura óssea é a perda da continuidade de um osso, que o divide em dois ou mais fragmentos.

Quais são as principais causas de uma fratura óssea?

Os traumatismos que incidem sobre os ossos com forças superiores a sua capacidade de deformação são as causas mais frequentes de fraturas. Isso acontece, sobretudo, em quedas, pancadas e acidentes, mas há também fraturas que ocorrem devido a impactos mínimos ou até espontaneamente, chamadas fraturas patológicas, as quais se devem a um anormal enfraquecimento dos ossos, devido à osteoporose ou a tumores ósseos.
Segundo as suas causas:
Fraturas traumáticas: representam a maioria das fraturas e são causadas pela aplicação sobre o osso de uma força maior que sua resistência. Podem ocorrer no local do impacto (por exemplo, uma fratura de úmero por uma pancada) ou à distância (por exemplo, uma fratura da clavícula quando se apoia com a mão, após uma queda). Podem ocorrer também por uma contração muscular violenta ou serem devidas à aplicação repetida e frequente de pequenas forças sobre um osso, enfraquecendo-o progressivamente.
Fraturas patológicas: muitas vezes ocorrem espontaneamente ou em razão de traumatismos mínimos sobre um osso previamente fragilizado por osteoporose ou por um tumor ósseo.
Segundo a lesão envolvida:
Fraturas simples: apenas o osso é atingido e não há perfuração da pele ou lesão de outras estruturas adjacentes.
Fraturas expostas: a pele é rompida e o osso fica exposto ao exterior. Nesse tipo de fratura com frequência ocorre infecção bacteriana e mesmo que ela ainda não esteja presente, justifica-se o uso preventivo de antibióticos.
Fraturas complicadas: quando são atingidas outras estruturas além dos ossos, como vasos sanguíneos, nervos, músculos, etc.

O que fazer no caso de fraturas?

* Deixar a área da fratura exposta, ou seja, tirar roupas que estejam apertando ou mesmo rasgá-las ou cortá-las;

* Entorse possível, e depois de se informar à respeito da vítima quanto a possíveis alergias a medicamentos, ministre algum analgésico para que a sensação de dor seja diminuída;

* Imobilizar as articulações acima e abaixo do membro (antes e depois da fratura) ou região lesionados, procurando movimentar o mínimo possível a área afetada, com talas apropriadas ou não havendo-as, pode-se improvisar com pedaços de papelão dobrados, pedaços de madeira, etc. De uma maneira ou de outra, as talas devem ser devidamente acolchoadas, com panos de maneira que não provoquem mais dor e desconforto à vítima, e amarradas de maneira firme;

* Em casos de fratura exposta deve-se realizar um curativo cobrindo-o com gaze, ou pano limpo a fim de evitar uma possível hemorragia, e diminuir o rico de infecções da área exposta, e em seguida realizar o procedimento de imobilização com talas como descrito acima;

* No caso de entorses (rompimento de tendões ou ligamentos) e luxações que é quando o osso sofre um movimento brusco e desloca-se do seu lugar original, o procedimento é idêntico aos demais tipos de fratura devendo-se imobilizar a região afetada no caso de luxação, e aplicar compressas com gelo na área da articulação no caso de entorses.


* Deve-se tomar algumas precauções para não ter uma piora no quadro da vítima tais como: não movimentar a articulação ou membro lesionado; não tentar colocar possíveis fragmentos de osso expostos para dentro; não provocar compressões sobre o local; não tentar recolocar o osso no lugar; não alimentar a pessoa para o caso de uma possível cirurgia, onde se faz preciso o estado de jejum.


Fontes: Varela, Drauzio. Convulsões. Disponível em <https://drauziovarella.com.br/letras/c/convulsao-2/>
Tua Saúde. Desmaio. Disponível <https://www.tuasaude.com/conheca-as-principais-causas-e-como-evitar-o-desmaio/>
Samu Noroeste. Hemorragias. Disponível em <http://www.samunoroestepr.com.br/materia/dicas/3-hemorragias-conheca-os-tipos-e-como-cuidar>
Fisioterapia. FRATURAS. DISPONÍVEL EM <fisioterapia.com>
Primeiros Socorros. Fraturas. Disponível em <http://primeiros-socorros.info/primeiros-socorros-como-agir/fraturas.html>